Que engano esse
que me
deparei certa manhã
bem cedo,
postado no “face”
que quase
procurei a psicanálise
contando
histórias deitado no divã ?
Oras bolas !
Uma reportagem
de grande pessoa,
Escritor, poeta,
diplomata, acadêmico de letras;
João Cabral
de Melo Neto, recifense nato,
já falecido,
senão reclamaria de tal chamada
que informava
um pouco de sua vida...
Posso não ter
feito ainda
grandes conquistas
literárias
nem sei se é
essa minha pretensão,
porém o que
consegui em parte de minha vida
devo um pouco
a criatividade
não sou
político, nem uso microfone
com caneta,
papel e minha escrita
fui falando
de minha lida
e de parte de
toda uma cidade...
As palavras o
vento leva embora
não sem antes
ferir ou curar
já a escrita
é impressa
e se der uma
página para
cinco
pessoas, cada uma entenderá de um jeito
e nem sempre
do jeito do escritor,
mas não se
soltam ao vento
nem se perdem
no esquecimento.
Os escritores
poetas
são todos maltrapilhos
de fala
a fala não é
audível
ou a timidez
me cala
os
entrevistadores acham isso incrível
e os grandes
escritores assim o são
escrever o
que querem falar
com todas as
virgulas e pontuações
e inevitável
entrelinhas
temos tempo
de pensar
apagar,
modificar ou rasgar
dependendo a
quem se quer expressar...
Os advogados
declaram pela escrita
a defesa ou
ataque
e o Juiz pela
lei, decreta ou ajuíza
e tudo isso
sem um só sotaque.
Os cientistas
anotam
tudo o que
pensa o cérebro
e assim
caminha a humanidade
uns gritam e muitos
fofocam
numa grande
insanidade
já os escritores
escrevem
em aparente
sanidade
–— Palavras
prescrevem,
Escritos duram
uma eternidade !
Robson
07/05/2013 –
08:16 hs




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